O Chakra do Terceiro Olho da Terra
- Thais Riotto
- há 3 dias
- 3 min de leitura
Local: Shaftesbury - Glastonbury — Reino Unido

Onde a Terra desperta sua visão interior
Há lugares no mundo onde o horizonte parece respirar. Onde o véu entre o visível e o invisível se torna translúcido, e o viajante sente que o próprio solo o observa.
Assim é Glastonbury e Shaftesbury, na Inglaterra uma região envolta em névoas, colinas e segredos.
Segundo os antigos mapas esotéricos dos chakras planetários, aqui pulsa o Chakra do Terceiro Olho da Terra o centro que governa a visão espiritual, a intuição e a percepção além da matéria.
Enquanto o Chakra do Coração (também associado a Glastonbury) vibra com amor e cura, o Terceiro Olho desperta a consciência superior, a visão que enxerga o invisível, e a sabedoria que transcende o tempo.
Por que Glastonbury e Shaftesbury foram escolhidas
A designação desta área como o olho místico do planeta não é coincidência.
Ela nasce da sobreposição de lendas, geometrias e correntes energéticas que convergem para um único propósito: despertar a percepção da alma humana.
Um centro que se move com as eras
Ao contrário de outros chakras fixos, o Terceiro Olho da Terra é descrito como móvel um centro “aeônico”, que se desloca conforme as eras astrológicas e os ciclos de consciência da humanidade.
Durante a Era de Peixes, dizem que ele residia em Jerusalém; agora, na transição para a Era de Aquário, teria se transferido para lastonbury/Shaftesbury o novo portal da visão planetária.
Essa mobilidade simboliza o despertar gradual da humanidade para um olhar mais intuitivo e universal.
Concentração de portais simbólicos
A região abriga uma rede de pontos energéticos colinas, fontes e trilhas em espiral que funcionam como antenas para a percepção espiritual.
Locais como o Chalice Well (Poço do Cálice), o Glastonbury Tor, Wearyall Hill e os mirantes de Shaftesbury são lidos por místicos como pontos de alinhamento entre Terra e Céu, ativadores da visão interior.
A fusão entre o sagrado e o terreno
A energia do terceiro olho não separa, ela integra. Entre as ruínas da Abadia de Glastonbury e as paisagens rurais banhadas pela névoa, o invisível se torna quase palpável um lembrete de que o mistério não está distante, mas vive dentro de nós.
Místicos afirmam que sua vibração favorece sonhos lúcidos, intuições súbitas e respostas simbólicas. Sentar-se em silêncio diante de suas águas, especialmente ao entardecer, é como abrir uma janela para a alma.
Muitos peregrinos relatam sensações na testa ou nas têmporas o toque sutil da energia do Ajna, o terceiro olho humano, em ressonância com o da Terra.
Wearyall Hill e os Mirantes de Shaftesbury — O Olhar sobre o Invisível
Essas pequenas colinas, cobertas por grama e bruma, parecem comuns à primeira vista.
Mas quem as observa com o coração aberto percebe nelas um espelho entre o mundo e o espírito.
De Wearyall Hill, conta-se que José de Arimateia fincou seu cajado, que floresceu em espinheiro branco símbolo de iluminação súbita.
De Shaftesbury, os antigos monges diziam que “o ar é fino, e a mente vê mais longe”. Esses pontos de observação são portais de contemplação lugares onde o olhar se torna ferramenta de despertar.
Como essa energia influencia o local e as pessoas
Amplificação da intuição: Visitantes relatam que a energia sutil da região intensifica sonhos, visões e coincidências significativas. Durante retiros e peregrinações, é comum surgirem símbolos repetidos, cores em meditação, e a sensação de receber “mensagens internas”.
Expansão das percepções psíquicas: Grupos espirituais que trabalham com mantras, cristais e visualizações relatam que as práticas aqui ganham intensidade. A combinação de elementos naturais vento, névoa, ferro na água e magnetismo do solo cria um campo vibracional que parece ampliar a sensibilidade.
Um centro aeônico de despertar coletivo: Algumas tradições afirmam que o Terceiro Olho da Terra não é apenas individual, mas coletivo. Sua função é abrir a visão da humanidade preparar-nos para um tempo em que a intuição, a empatia e o discernimento espiritual guiarão nossas escolhas. Assim, Glastonbury e Shaftesbury não são apenas lugares: são escolas vivas de percepção.
O que o Chakra do Terceiro Olho ensina
O Chakra do Terceiro Olho não exige fé ele desperta percepção.Ele nos ensina que a realidade é um espelho do que vemos por dentro, e que expandir a consciência é, na verdade, lembrar o que sempre soubemos.
Em Glastonbury e Shaftesbury, a Terra parece olhar de volta para nós.E nesse olhar mútuo humano e planetário nasce o verdadeiro despertar:ver com o coração, perceber com a alma, e compreender com a luz.
“Quando o nevoeiro cobre o Tor, o mundo adormece — mas os olhos da Terra continuam abertos.”






Comentários